Febre Amarela: Brasil reforça alerta e importância da vacinação

Vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a doença

28/09/2025 11H40

O Ministério da Saúde voltou a reforçar o alerta para a prevenção da febre amarela, doença viral transmitida pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes (em áreas silvestres) e pelo Aedes aegypti (em áreas urbanas). Apesar de não haver registros de transmissão urbana no Brasil desde 1942, casos silvestres continuam ocorrendo em diversas regiões do país, principalmente em áreas de mata.

A vacina contra a febre amarela é a principal medida de proteção e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é indicada para pessoas de 9 meses a 59 anos de idade, salvo contraindicações médicas. Para quem vive ou pretende viajar para áreas de risco, a imunização é essencial e deve ser feita pelo menos 10 dias antes do deslocamento.

Entre os principais sintomas da febre amarela estão: febre súbita, calafrios, dores de cabeça e no corpo, náuseas e vômitos. Nos casos mais graves, pode haver hemorragias e comprometimento do fígado e rins, com risco de morte.

O Ministério da Saúde orienta a população a manter a caderneta de vacinação atualizada, usar repelentes, roupas que cubram braços e pernas em áreas de mata, além de eliminar focos de água parada, reduzindo o risco de proliferação do mosquito transmissor.

"A vacina é segura, eficaz e salva vidas. É fundamental que a população esteja atenta e busque a imunização como principal forma de prevenção", destacou em nota a pasta da Saúde.

O Brasil segue monitorando a circulação do vírus em macacos, que são hospedeiros naturais da febre amarela e importantes sentinelas para o controle da doença. A morte desses animais deve ser comunicada imediatamente às autoridades de saúde para investigação.



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