Moraes diz que reunião com Galípolo foi para discutir Lei Magnitsky

Oposição afirmou que abriria pedido de impeachment após jornal noticiar que ministro teria procurado o presidente do Banco Central para interceder pelo Banco Master

23/12/2025 12H14

Alexandre de Moraes durante julgamento do núcleo 4 do plano de golpe • Rosinei Coutinho/STF

Gabriela Boechat, da CNN Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou em nota à imprensa nesta terça-feira (23) que a reunião que teve com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi para discutir as consequências da aplicação da Lei Magnitsky contra ele.

Segundo o ministro, também foram feitas reuniões individuais com o presidente jurídico do Banco Itaú e com a presidente do Banco do Brasil, além de um encontro coletivo com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da FEBRABAN, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú para debater o tema.


Leia a nota de Moraes na íntegra:

"O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que, em virtude da aplicação da Lei Magnistiky, recebeu para reuniões o presidente do Banco Central, a presidente do Banco do Brasil, o Presidente e o vice-presidente Jurídico do Banco Itaú. Além disso, participou de reunião conjunta com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da FEBRABAN, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú. Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito."




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