O Brasil está dando certo e irrita a oposição: são mil dias sem corrupção do Governo Bolsonaro

09/10/2021 14H49

foto: Divulgação/arquivo pessoal

 

Luís Irajá Nogueira de Sá Júnior

Advogado no Paraná - Palestrante

Professor do Curso de Direito da UNIPAR

iraja@prof.unipar.br

 

Baltasar Gracián Y. Morales (1.601 – 1.658), foi um jesuíta, filósofo e escritor pertencente ao Século de Ouro Espanhol. Entre seus escritos filosóficos, sua obra mais notória é “A Arte da Prudência”, um conjunto de trezentos aforismas sobre o bem viver. É dele a frase: “O sábio deve viver como pode se não pode viver como quer”.

O governo de Jair Bolsonaro comemora, neste mês, mil dias de administração da máquina pública federal. Será que há motivos para comemorar (perguntariam os pessimistas)? Sim, há motivos de sobra para comemoração! São mil dias sem corrupção. Só por esta razão sobra motivos para a comemoração. Todavia, existem outros feitos do governo federal, nesse período, que não podem passar desapercebidos, muito embora a mídia tradicional (alinhada à esquerda) não divulga. Porque será? É simples de responder: O Brasil está dando certo e isso irrita a oposição.

Em tempos de crise econômica mundial, com indicadores de inflação e recessão em quase todos os países do globo terrestre, o Brasil se transformou em um canteiro de obras. Desde o início do governo, a meta era, e continua sendo, concluir obras inacabadas pelos antecessores de Jair Bolsonaro. Obras que estavam paralisadas há mais de quarenta anos, em todo território nacional, foram concluídas, independentemente da coloração do partido que estava à frente do governo estadual (oposição ou situação).  

Houve planejamento estratégico, e, através de parcerias público/privado, foi possível dar andamento nas obras inacabadas e construir outras, há muito esperadas pela população. A modernização de portos e aeroportos só foi possível graças à moderna forma de contratar. Detalhe: sem tirar dinheiro do bolso (cofre público). Sim o governo federal transferiu a obrigação dos investimentos, das obras públicas, para a iniciativa privada (o empresário também terá a sua compensação financeira – o negócio é bom para as duas partes).  Linhas férreas, estradas e canais de navegação fluvial estão sendo feitas para viabilizar a logística no setor do agronegócio, com o fim de diminuir os custos no transporte. Obras novas sendo entregues antes do prazo fixado em contrato. Isso tudo irrita a oposição!

O país está dando certo porque houve o saneamento da Previdência Social (fonte de gastos incontroláveis dos governos anteriores). Houve ajustes na legislação trabalhista facilitando a contratação de trabalhadores. Na economia, o Banco Central foi descentralizado (hoje o presidente do BC tem autonomia/independência administrativa). Durante a pandemia, o auxilio emergencial foi entregue aos desempregados e excluídos socialmente, em tempo recorde. As verbas públicas de auxílio à saúde chegaram a todos os estados e municípios sem demora. As vacinas foram compradas pelo governo federal, e estão sendo distribuídas, equitativamente, entre os estados da federação. Somos o terceiro país no mundo que mais vacinou sua população. O bolsa família foi saneado e melhorado (inclusão do pagamento do décimo terceiro). As empesas estatais que eram deficitárias (Petrobras, Itaipu, etc.), passaram a gerar lucros. Apesar da crise, a arrecadação de impostos vem batendo recordes em cima de recordes no país. Isso tudo irrita a oposição!

O Brasil está dando certo! Escolas públicas cívico-militares, foram criadas em diversos municípios, e a procura por vagas pelos alunos superaram as expectativas. O índice de crimes por região, reduziu significativamente. Investimentos em segurança foram assegurados para que fosse modernizada nossas polícias. Hoje há integração entre as polícias federal, civil, militar, municipal (guarda) e rodoviária que atuam integradas através de inteligência artificial, com a colaboração do Exército, Marinha e Aeronáutica. Os esforços em conjunto, tem surtido grandes resultados. A população está vendo e sentindo as transformações. Não são narrativas! São fatos concretos inapagáveis do imaginário popular. O seu apoio foi, e, continua sendo indispensável!

Baltasar Gracián nos ensina que “A prudência é um juízo sadio. Por ser a virtude daquele que é moralmente judicioso e sadio, a prudência é a virtude do governante”. Não se transforma uma nação administrada, há décadas, por corruptos, em quatro anos. Muito já foi feito, porém, muito ainda precisa ser feito. Vamos aplaudir o que já foi feito e continuar lutando por novas melhorias. Só assim deixaremos um bom legado às futuras gerações. 

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